Santo Antônio do Aventureiro

3 dicas de como separar o lixo na escola e conscientizar em seu bairro:

Muito tem se falado sobre sustentabilidade do planeta, escassez de recursos naturais e preservação ambiental. Por isso, é importante que essa temática não fique de fora dos debates na escola.
Uma das maneiras de envolver os alunos nesse assunto e promover o desenvolvimento de uma consciência crítica pode ser por meio de campanhas de conscientização para separar os materiais descartados, a fim de destiná-los adequadamente e até mesmo diminuir a quantidade de lixo produzida. Devido à importância do tema, ele pode ser incluído no Projeto da escola e no seu bairro.
Apresentamos 3 dicas de como reduzir o volume de lixo produzido, separá-lo e acondicioná-lo corretamente e encaminhá-lo para reutilização ou reciclagem.


1. Criar campanhas de conscientização:

Muito tem se falado sobre sustentabilidade do planeta, escassez de recursos naturais e preservação ambiental. Por isso, é importante que essa temática não fique de fora dos debates na escola.
Uma das maneiras de envolver nesse assunto e promover o desenvolvimento de uma consciência crítica pode ser por meio de campanhas de conscientização para separar os materiais descartados, a fim de destiná-los adequadamente e até mesmo diminuir a quantidade de lixo produzida. Devido à importância do tema, ele pode ser incluído no Projeto da escola e no seu bairro.

2. Criar campanhas de conscientização:

Esta ação, que segue a necessidade de redução do volume de lixo produzido, visa levar os alunos (e toda a comunidade escolar) a repensar as questões ambientais. As lixeiras coloridas são um ótimo incentivo visual para que a atitude se materialize.
Se sua escola ainda não encomendou as lixeiras coloridas, não perca mais tempo! Cada uma receberá um tipo de material diferente. As mais comuns para coleta seletiva em escolas e residências são:

- amarela: metais;
- azul: papel e papelão;
- verde: vidro;
- vermelha: plástico.

Um outro tipo de coleta é a de lixo eletrônico. Algumas organizações são especialistas em aproveitar peças e destinar corretamente elementos de eletrônicos, como TV, smartphones e computador, além de pilhas, tonners e lâmpadas. Organize um espaço na escola para descartar esses materiais, que podem até ser trazidos de casa pelos estudantes.
Tanto os adultos, como professores e funcionários, quanto as crianças, desde as mais novas, podem ser estimulados a utilizar as novas lixeiras por meio de campanhas educativas, como falaremos logo abaixo.

3. Criar campanhas de conscientização:

Não basta regularizar a separação do lixo. É necessário a utilização das lixeiras, ou seja, precisamos aprender a reconhecer os materiais para separar, acondicionar e destinar corretamente o que puder ser reutilizado ou reciclado.
Além do lixo orgânico, que vai para as lixeiras comuns, devemos aprender a descartar adequadamente latinhas, embalagens, restos de material de escrita, plástico e papéis. Todos têm que estar limpos e secos.
Há muitas maneiras de promover o envolvimento dos alunos nessas ações, por exemplo:

- palestras com ambientalistas, membros de associações de catadores e funcionários da prefeitura;
- gincanas envolvendo os alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio;
- mutirões de limpeza com os alunos do Ensino Fundamental I.

Quando a escola tiver material suficiente, combine com uma ONG ou com a prefeitura da sua cidade o recolhimento desse lixo. A instituição capacitada faz a coleta seletiva e encaminham os materiais para reaproveitamento ou reciclagem.
Essas atitudes ajudam a desenvolver cidadãos conscientes das questões ambientais e cada vez mais envolvidos com a preservação do planeta.

O risco de pilhas e baterias de celular no lixo:

A contaminação do solo e lençóis freáticos são algumas consequências do descarte incorreto de pilhas e baterias usadas.
Algumas dessas, compostas de metais pesados, como o chumbo, mercúrio, níquel e cádmio; são capazes de causar doenças renais, cânceres e problemas relacionados no sistema nervoso central.


Pousada

PAPEL

- Cadernos.
- Envelopes.
- Caixa de papel e papelão.
- Jornais e revistas.

PAPEL E CAIXAS

VIDRO

- Vidro temperado.
- Vidro Reflexivo.
- Potes, vasos, perfumes.
- Garrafas, copos e Cristal.

VIDROS / CRISTAIS

PLÁSTICO

- Sacolas.
- Garrafas.
- Frascos de produtos de limpeza.
- Baldes, canetas etc.

PLASTICO E ISOPOR
Pousada

METAL

- Talheres.
- Alumínio.
- Tampas de garrafas e potes.
- Materiais de Ferro.

METAIS E ALUMINIOS


Papel

“O processo de decomposição natural do papel dura de quatro a seis meses. Este processo é realizado com a ajuda de fungos e bactérias . Através da decomposição, os nutrientes que estavam presentes no organismo morto são liberados na natureza, servindo para outros seres.”

Vidro

Vemos que a decomposição total do vidro na natureza pode durar até 1 milhão de anos, dependendo das condições às quais o material é sujeito. Mesmo com grande variação, o tempo mínimo de desgaste total é de 4 mil anos – muito mais tempo que itens fabricados com alumínio ou plástico.

Plástico

Os plásticos tradicionais levam até 200 anos para se decompor.
A principal razão é que a natureza ainda não sabe como se livrar dele. ... Resultado: alguns tipos de plástico, como o PET, usado em garrafas de refrigerantes, levam mais de 200 anos para desaparecer.

Metais

“são classificados, quanto a sua composição, em ferrosos (ferro, aço) e não-ferrosos (alumínio, cobre, chumbo, níquel). A lata de alumínio leva de 200 a 500 anos para se decompor na natureza e cada tonelada de alumínio reciclado economiza 95% de energia e 5 toneladas de minério.”